Cinco Perguntas “Obrigatórias” de Diligência Antes de Fazer Qualquer Investimento

Como Evitar a Perda de Investimentos Antes que Elas Custem Dinheiro.

Principais Ideias

  • Aprenda a lucrar com o “teste de bom senso empresarial”.
  • Descubra a pergunta mais importante que você deve sempre fazer primeiro … antes de qualquer outra coisa.
  • Obtenha 5 perguntas extras de diligência para proteger seu dinheiro.

Ignorar aspectos dos investimentos não é uma opção feliz… é caro.

O que você não sabe sobre seu investimento, vai te custar dinheiro.

Mas a solução é simples – diligência.

Ter um processo de diligência é a habilidade fundamental que separa os investidores profissionais dos amadores.

Os investidores amadores agem de forma irresponsável. Arriscam os seus arduamente ganhos em palpites, artigos que lêem, conselhos de corretagem de investimentos ou em “ultimas dicas” sem primeiro realizar uma diligência. Isso é um convite aos riscos desnecessários e evitáveis, e o resultado são perdas catastróficas.

Os investidores profissionais fazem o oposto, investigam todos os investimentos antes de colocar em risco uma única moeda de dez centavos de capital.

Claro, é uma dor e às vezes exige muito trabalho, mas obter respostas para as perguntas difíceis no início pode salvá-lo de perdas difíceis no futuro.

Simplesmente não há substituto para a diligência de investimento porque é o que você não sabe sobre o investimento que vai custar caro.

Abaixo estão as cinco perguntas de diligência que você deve fazer a si mesmo antes de fazer qualquer investimento.

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#1 Como Posso Perder Dinheiro com esse Investimento?

Esta pergunta é tão importante que estou tentado a jogar fora as quatro perguntas restantes e apenas repeti-la indefinidamente até você entender.

Você não conhece um investimento até compreender todas as maneiras possíveis de se perder dinheiro com ele.

“Regra nº 1: nunca perca dinheiro. Regra nº 2: nunca se esqueça da regra nº 1.”
– Warren Buffett

Não posso enfatizar o suficiente o quanto isso é importante. Você deve primeiro focar NO retorno de seu capital (geral), e apenas em segundo lugar se preocupar com O retorno de seu capital (individual).

As 2 Etapas do Gerenciamento de Risco

A primeira pergunta que tenho em mente ao analisar qualquer investimento é encontrar todas as maneiras de perder dinheiro, identificando antecipadamente todos os principais riscos que podem levar a perdas.

Relacionado: Por que Você Precisa de um Plano de Riqueza, Não de um Plano de Financeiro.

Após identificar totalmente esses riscos, a segunda etapa é gerenciar proativamente quaisquer riscos são gerenciáveis.

Deixa eu explico este processo de diligência em duas etapas em mais detalhes…

1º Etapa: Identificar o Perfil de Risco

Seu primeiro objetivo é identificar todas as maneiras que você pode perder dinheiro com um determinado investimento. Você faz isso identificando e agrupando os riscos associados a esse investimento.

Você pode se surpreender com a quantidade de risco administrável…

Você não conhece um investimento até compreender todas as maneiras de perder dinheiro com ele.

Com o design de portfólio e estratégia de investimento adequados, você – geralmente – pode administrar todos (exceto um ou dois) os riscos significativos em proporções aceitáveis.

Esses um ou dois riscos restantes definem o perfil de risco específico e não controlado para esse investimento.

É o risco remanescente com o qual você deve aprender a conviver.

Para administrar os riscos de perda, você deve primeiro saber quais riscos são inerentes ao investimento que está considerando.

Usando o mercado de ações como exemplo, há quase um número ilimitado de riscos, mas para fins práticos, eles podem ser descritos em algumas categorias principais:

  1. Os riscos “específicos da empresa” incluem coisas como escândalos contábeis, processos judiciais e má gestão – qualquer coisa exclusiva da empresa que não faz parte do setor. Esses riscos são administrados por meio da diversificação entre várias empresas. Os fundos mútuos e os fundos negociados em bolsa (ETF) são ótimos exemplos de ferramentas simples e econômicas para diversificar o risco específico da empresa.
  2. Os riscos “específicos do setor” incluem uma queda na demanda por widgets, mudanças nos gostos do consumidor, mudanças tecnológicas disruptivas e mudanças na legislação do setor. Esse risco é controlado por não concentrar seu portfólio em um único setor.
  3. O risco do “estilo de investimento”, como de crescimento vs. de valor; large cap vs. micro cap. O mercado varia e recompensa ou pune diferentes estilos de investimento ao longo do tempo. Por esse motivo, você deve gerenciar esse risco não se concentrando muito em nenhum estilo de investimento específico, como small caps, blue chips, valor ou crescimento.
  4. O risco de “mercado” está associado a uma queda geral no apetite do investidor por ações, causando uma redução geral no nível de avaliação das ações. Esse risco é administrável por meio de uma disciplina de venda, hedge ou diversificação em mercados não correlacionados, como imóveis, commodities, dinheiro ou ações internacionais, em vez de apenas ações domésticas.

Novamente, os perfis de risco acima são projetados para ilustrar o investimento em ações. No entanto, os mesmos princípios podem (e devem ser) aplicados a todas as classes de ativos em seu portfólio.

“Tudo na vida é o exercício do risco.”
– William Sloane Coffin, Jr.

Por exemplo, se você investe em imóveis, não vai querer se concentrar demais em uma propriedade, ou uma cidade, ou um tipo de propriedade. É mais sensato diversificar os riscos que podem ser gerenciados, em vez de concentrá-los.

2º Etapa: Criar um Perfil de Risco Controlado

Uma vez que o perfil de risco de um investimento é totalmente compreendido, seu trabalho como gerente de risco é duplo:

  • Em primeiro lugar, você deve projetar maneiras de eliminar quaisquer riscos que possam ser eliminados.
  • Em segundo lugar, você deve aceitar apenas investimentos em que o perfil de risco não controlado remanescente não se sobreponha a outros investimentos em seu portfólio.

O resultado é uma minimização do risco total para todo o portfólio, porque ele é composto principalmente de investimentos de risco gerenciado não correlacionados.

“Mas André, eu realmente preciso preocupar com tudo isso?”

Sim!! Porque menos risco significa perder menos dinheiro quando você está errado. Isso é importante porque perder menos quando você está errado resulta em ganhar mais quando está certo.

“Freqüentemente, a diferença entre uma pessoa bem-sucedida e uma fracassada não é que ela tenha melhores habilidades ou ideias, mas a coragem de apostar nas próprias ideias, de assumir um risco calculado – e de agir.”
– Andre Malraux

Sua capacidade de gerenciar riscos é limitada apenas por seu conhecimento e criatividade.

O ponto crítico a entender é que cada investimento possui ferramentas disponíveis exclusivas de gestão de risco que estão diretamente relacionadas às características únicas do investimento e do mercado em que ele opera.

Por exemplo, um dos maiores riscos para os imóveis geradores de renda é a mudança nas taxas de juros, uma vez que os juros hipotecários são uma de suas maiores despesas. Este risco pode ser administrado através do bloqueio de financiamento de longo prazo, taxa fixa e amortização total.

Você também pode limitar suas perdas em imóveis ao valor de sua entrada por meio do uso de financiamento sem recurso, controlando assim o risco de perdas generalizadas de capital afetem todo o seu portfólio caso uma propriedade se transforme em perda.

Observe que essas duas ferramentas de financiamento para gerenciamento de risco são exclusivas do setor imobiliário e não estão disponíveis para investidores em negócios ou ativos de papel (os outros dois principais caminhos para a riqueza).

Menos risco significa perder menos quando você está errado e ganhar mais quando está certo.

Cada mercado tem suas próprias características exclusivas para o gerenciamento de risco, e o mercado de ativos de papel não é diferente.

Por exemplo, a maioria dos mercados de títulos oferece alta liquidez e baixos custos de transação, tornando-os candidatos naturais para gerenciar muitos riscos de maneira econômica através de uma disciplina de venda.

Na verdade, existem fundos mútuos com custo zero de transação e liquidez diária por meio de seu privilégio de troca sem comissão.

No entanto, usar uma estratégia de venda em imóveis para controlar o risco de baixa de capital não faz sentido – quando comparado com os ativos de papel – devido aos custos de transação proibitivamente altos e possível baixa liquidez durante difíceis condições de mercado quando você deseja vender.

Em suma, cada mercado possui características únicas que podem ser exploradas para gerenciar com eficácia o risco inerente a esse mercado. O que funciona em um mercado, para reduzir o risco, pode não se aplicar em outro.

Ignorar aspectos dos investimentos não é uma opção feliz… é caro.

Resumindo…

Em resumo, sua primeira pergunta sobre a diligência é descobrir todas as maneiras pelas quais você pode perder dinheiro com um investimento.

  • A primeira etapa desse processo é traçar o perfil de quais são os riscos inerentes a esse investimento.
  • A segunda é desenvolver estratégias para controlar as perdas que correspondam ao caráter único daquele ativo, caso o pior aconteça.

Esta é a essência do gerenciamento ativo de riscos.

“E chegou o dia em que o risco de permanecer firme pela raiz era mais doloroso do que o risco de florescer.”
– Anais Nin

Após administrar todos os riscos que podem ser eliminados, você fica com um perfil de risco específico e não controlado para esse investimento. Isso leva à sua etapa final de gerenciamento de risco: certificar-se de que o perfil de risco restante não se correlaciona com outros investimentos em seu portfólio.

Por exemplo, quando eu compro prédios de apartamentos, eles são financiados com dívidas de longo prazo, sem direito de regresso, para controlar o risco da taxa de juros e para minimizar o risco total de perda caso a Lei de Murphy prevaleça.

Além disso, cada edifício está localizado em um mercado geográfico diferente para garantir que o perfil de risco incontrolável associado à localização não se correlacione com outros ativos em meu portfólio.

O risco de perda em cada imóvel não tem correlação semelhante com o risco inerente ao meu portfólio de ativos de papel ou ao meu negócio. Cada perfil de risco é exclusivo para o ativo.

Esse foco excessivo no risco pode parecer pessimista para muitos, mas minha experiência é exatamente o oposto. Tudo o que realmente faz é trazer equilíbrio, porque investir é, por definição, um jogo de ganância.

O objetivo é ganhar dinheiro para que o jogo seja jogado naturalmente de forma ofensiva, buscando o lucro. Ao se disciplinar para buscar a perda, você equilibrará o ataque com uma defesa igualmente forte para criar uma equipe vencedora.

Dito de outra forma, a marca registrada de grandes investidores não é apenas retornos positivos fortes, mas retornos consistentes em todas as condições de mercado.

Isso só pode ser alcançado concentrando-se no controle de perdas através de um gerenciamento de risco disciplinado.

O primeiro passo para a diligência de investimento é estar ciente de todas as maneiras pelas quais você pode perder seu dinheiro.

#2 Como esse Investimento me Ajudará a Atingir Meus Objetivos Pessoais e de Portfólio?

O objetivo da carteira para a maioria dos investidores é maximizar o lucro com risco mínimo.

Você atinge esse objetivo construindo um portfólio diversificado de estratégias de investimento de alta expectativa matemática não correlacionadas, gerenciadas por risco e que capitalizam uma vantagem competitiva em negócios, imóveis e/ou investimentos em ativos de papel. (Desculpe, eu sei que é um bocado. Há muita carne nessa frase, pode repetir o prato.)

Mas não é suficiente apenas ter um objetivo de portfólio – você também deve ter um objetivo pessoal.

Relacionado: Por que Você Precisa de um Plano de Riqueza, Não de um Plano de Financeiro.

Seu objetivo pessoal para investir é atingir o objetivo do portfólio de uma forma que honre seus valores, habilidades e interesses pessoais.

Você é um ser humano único que deve percorrer seu próprio caminho para o sucesso. Afinal, não adianta subir a escada para o sucesso se estiver encostado na parede errada.

“Sucesso com dinheiro, família, relacionamento, saúde e carreira é a capacidade de atingir seus objetivos pessoais no menor tempo, com o mínimo de esforço e com o mínimo de erros. As metas que você definiu para si mesmo e as estratégias que você escolhe tornam-se seu projeto ou plano. Estratégias são como receitas: escolha os ingredientes certos, misture-os nas proporções corretas e você sempre produzirá os mesmos resultados previsíveis: neste caso, sucesso financeiro. ”
– Charles J. Givens

O sucesso no investimento é um processo que dura a vida toda, e os humanos não são robôs. A única maneira de você permanecer no curso por tempo suficiente para ter sucesso é quando sua estratégia de investimento se adequar aos seus interesses, habilidades, objetivos e recursos, proporcionando assim satisfação emocional.

Dito de outra forma, um dos maiores obstáculos para o sucesso é se distrair com as infinitas oportunidades que cruzarão seu caminho.

Há muitas maneiras de ganhar dinheiro investindo, mas recomendo que você encontre uma ou duas que funcionem para você e não se deixe desviar por todas as outras. Você deve manter o curso por um longo prazo até ter sucesso.

Por exemplo, trabalhei com investidores imobiliários de sucesso em casas unifamiliares, imóveis comerciais, mini-armazenamento, parques de escritórios, parques de casas móveis, apartamentos e muito mais. No entanto, raramente encontro investidores de sucesso que estejam trabalhando ativamente em mais de um desses nichos de investimento ao mesmo tempo.

A abordagem do Smörgåsbord para investir não funciona porque cada especialidade de investimento tem suas próprias reviravoltas que exigem conhecimentos especializados.

Wiki: Smörgåsbord é uma refeição de múltiplos pratos do tipo buffet servida na Suécia, reunindo variadas iguarias típicas do país. Pode ser o início de uma refeição – numa versão mais simples, ou uma refeição inteira

Cada nicho tem sua própria rede à qual você deve se conectar para ter sucesso. Cada nicho requer suas próprias habilidades especializadas e vantagem competitiva.

Ninguém pode (ou deve) dominar todas as estratégias de investimento porque qualquer uma oferece oportunidades mais do que suficientes para alcançar a liberdade financeira.

Não domine todas as estratégias de investimento – concentre-se em 1 ou 2 que funcionem bem para você.

Por esse motivo, você deve determinar qual nicho tem as características inerentes que melhor se adaptam aos seus interesses, objetivos de investimento e tolerância ao risco, porque é aí que você encontrará riqueza, felicidade e realização.

Nem todas as alternativas de investimento são adequadas para todos os investidores.

Seu trabalho é encontrar aquele que é exclusivamente adequado para você.

Por exemplo, todo investimento tem um componente “ativo” e “passivo”. Se você não quer ser um investidor imobiliário “ativo”, então complexos de apartamentos administrados profissionalmente fazem mais sentido do que casas unifamiliares.

Uma passividade ainda maior pode ser obtida através do investimento em ativos de papel, se isso se adequar ao seu objetivo.

“O sucesso é a realização progressiva de objetivos pessoais valiosos e predeterminados.”
– Paul J. Meyer

No entanto, se você tem 55 anos e está começando a construir sua aposentadoria, cuidado com os conselhos de investimento que o levam a investimentos passivos, como ativos de papel. Sua situação pode exigir a alavancagem disponível apenas nos negócios e no mercado imobiliário para permitir que você recupere o atraso no início e ainda alcance seus objetivos financeiros.

Em resumo, se você deseja ter sucesso com seus investimentos, deve certificar-se de que a Etapa 2 de seu processo de diligência analisa cada investimento para verificar a congruência com seus objetivos pessoais e de portfólio.

Abaixo está um resumo dos pontos-chave dessa segunda pergunta de diligência:

  1. Cada estratégia de investimento de ativos de papel deve ter uma expectativa matemática positiva, e cada estratégia de investimento imobiliário ou comercial deve ter uma vantagem competitiva ou margem de mercado explorável para colocar as chances de lucro a seu favor. Esta é a fonte do retorno do seu investimento.
  2. A fonte de retorno do investimento deve persistir por tempo suficiente no futuro para ser explorada de forma confiável (tamanho de amostra adequado).
  3. A estratégia de investimento deve ser consistente com suas habilidades, interesses, valores e habilidades pessoais.
  4. A estratégia de investimento deve ser consistente com os objetivos de seu portfólio.
  5. Você deve seguir a estratégia de investimento por tempo suficiente para se beneficiar da vantagem competitiva sem se distrair com outras alternativas de investimento.

Quando o seu investimento passa nesses testes, vale a pena colocar em risco o seu capital arduamente ganho para tentar alcançar os seus objetivos pessoais e de portfólio.

Seu orientador financeiro pode ser particularmente valioso para esclarecer esses princípios e como aplicá-los, porque ele não tem nenhum conflito de interesses influenciando sua consultoria de investimento, uma vez que não vende produtos de investimento.

#3 Qual é Minha Estratégia de Saída?

Você sempre deve ter sua saída planejada antes de adquirir qualquer investimento.

Por quê? Nenhum investimento é apropriado para sempre.

Os tempos mudam, as condições de mercado mudam e seus objetivos também mudam.

Você tem um motivo para adquirir um investimento e, quando esses motivos forem violados, é hora de sair imediatamente. Conhecendo seus motivos com antecedência, não há confusão ou hesitação na decisão de venda.

O motivo para uma estratégia de venda ser importante é porque seu portfólio é uma entidade viva. Vender é para seu portfólio o que podar folha morta é para uma árvore – abre espaço para que um novo crescimento ocorra. É saudável e necessário.

Você nunca deve se casar com seus investimentos.

A Polaroid já foi uma ação de primeira linha que foi dizimada pelas mudanças de tecnologia. O cinturão de ferrugem foi um boom imobiliário em um ponto, e as ferrovias eram o rei do transporte … mas não mais.

Tudo muda, e você deve mudar seu portfólio para ficar congruente com os tempos.

Não existe “investimento permanente”. Nunca conheci um investimento que não venderia nas circunstâncias certas.

O meu trabalho (e o seu também) como gerente de portfólio é entender quais são essas circunstâncias, de modo que estou pronto para agir quando as condições assim exigirem.

“Os negócios são mais fáceis de entrar do que de sair; e é prudente ver a nossa saída antes de nos aventurarmos.”
– Esopo

Devo conhecer as premissas e prerrogativas sob as quais inicio um investimento para poder sair assim que forem violadas. Sempre que possível, devo predefinir os pontos de saída – em termos de preço – para controlar as perdas quando as coisas dão errado.

Por exemplo, eu era sócio de uma empresa que investia em gravames de impostos imobiliários. Desenvolvemos todo um modelo de negócios para adquirir imóveis valiosos por pouco mais do que impostos atrasados. Sim, na verdade, compramos imóveis valiosos de forma gratuita e limpa por verdadeiros trocados do que realmente valiam.

Nunca se case com seus investimentos – nenhum investimento é apropriado para sempre. Tenha uma estratégia de saída planejada.

No entanto, apesar de ser lucrativo, saímos do negócio porque aprendemos como uma premissa legal crítica para o sucesso de nosso modelo estava simplesmente errada.

Uma vez que descobrimos a falsa premissa de nosso modelo, saímos com nosso lucro e mudamos para pastagens mais verdes.

Sabíamos as razões por trás de nosso modelo e sabíamos quando esse modelo foi invalidado.

Alguns questionariam nossa lógica porque o modelo já havia sido lucrativo, mas sabíamos que era apenas uma questão de tempo até que a suposição inválida nos prejudicasse.

Da mesma forma, quando entro em posições patrimoniais, pré-defino o ponto em que sairei com base no comportamento do preço que provaria que minha decisão estava incorreta.

Em resumo, você deve sempre predefinir sua estratégia de saída porque a primeira perda geralmente é a melhor perda.

Você deve economizar capital quando o erro inevitável surgir, para estar preparado para investir na próxima oportunidade.

Ao podar, consistentemente, seu portfólio dos investimentos problemáticos, você abre espaço para que ocorra um novo crescimento.

“Uma pergunta prudente é metade da sabedoria.”
– Sir. Francis Bacon

#4 Como Esse Investimento Faz Sentido para Os Negócios?

Em última análise, investir envolve negócios, portanto, todo investimento deve fazer sentido para os negócios.

Isso significa que os ganhos, a avaliação e o retorno do investimento devem ser congruentes com a vantagem competitiva e as barreiras de entrada possuídas pelo negócio.

Deixe-me esclarecer essa ideia com um pouco de Introdução à Economia.

O mundo dos negócios e das finanças é competitivo. Retornos acima do mercado e avaliações excessivas só podem ser suportados se houver uma vantagem competitiva significativa, e uma barreiras de entrada para os futuros concorrentes.

Caso contrário, as altas avaliações e retornos atrairão a concorrência até que os retornos e as avaliações sejam forçados para baixo – ao nível do mercado. Em linguagem simples, isso significa que seu investimento perde dinheiro – o que é uma coisa ruim.

Por exemplo, quando os índices da NASDAQ estavam sendo vendidos por mais de 200 vezes os lucros em 2000, não era preciso ser um gênio para descobrir que isso não fazia sentido. Como um índice de ações amplo, representando uma reivindicação sobre o poder aquisitivo de muitas empresas concorrentes entre si, poderia valer 200 anos de lucros?

A verdade é que não valia, e os preços caíram de acordo.

Se um investimento não fizer sentido para os negócios, ignore-o. Não caia na fraude.

Da mesma forma, ao olhar para vários negócios de apartamentos no sul da Califórnia em 2005, não era preciso ser um gênio para descobrir que eles não faziam sentido comercial quando estavam sendo vendidos a preços tão altos que você não poderia pagar a dívida com vacância zero, sem custos operacionais, zero impostos ou seguros e as menores taxas de juros dos últimos 40 anos.

Não existe um modelo de avaliação que possa dar sentido aos negócios com preços tão inflacionados, exceto a teoria do maior tolo.

Em resumo, você pode usar o teste de bom senso empresarial para ajudá-lo a evitar as perigosas manias de investimento e bolhas especulativas que podem levar a perdas.

O que você não sabe sobre seu investimento, vai te custar dinheiro.

Conselhos de Investimento: Como Evitar Fraudes com o Teste de Senso Comum de Negócios

Mas o teste do bom senso empresarial não se limita apenas a evitar manias de investimento e bolhas especulativas, você também pode usar esse mesmo teste para detectar possíveis fraudes.

Por exemplo, uma fraude comum que vejo é o esquema clássico de “Ponzi”, em que alguém oferece taxas de juros exorbitantes sobre o seu dinheiro e “garante” o seu principal investido.

A ideia de negócio que apoia o investimento – geralmente – parece plausível à primeira vista, mas é frequentemente misturada com terminologia de tagarelice tecnológica e/ou técnica para intimidar o novato de fazer as seguintes perguntas necessárias e óbvias:

  1. Como faz sentido comercial para o promotor passar por todas as dores de cabeça de atrair muitos pequenos investidores, quando um negócio legítimo poderia atrair todo o capital necessário de profissionais com um telefonema e com taxas de juros mais baixas?
    • Resposta: Provavelmente não é legítimo, e um profissional descobriria isso com sua diligência e os amadores não fazem diligência.
  2. Como os retornos exorbitantes prometidos são obtidos de forma adequada pelo negócio e quais são as barreiras à entrada que impedirão que esses retornos sejam competidos (presumindo que o negócio seja legítimo)?
  3. O que está realmente por trás da “garantia” e o que realmente está sendo garantido de qualquer maneira?
    • Conselho de Investimento: Quanto mais alguém “garante”, mais de perto você deve olhar para a garantia e do que está sendo garantido.

O conhecimento é a nêmesis do fraudulento, e um investidor informado que está disposto a fazer perguntas é seu pior inimigo.

A maneira como você aprende é fazendo perguntas e ouvindo – é disso que se trata a diligência.

Os amadores desejam ter esperança e acreditar que encontraram um caminho fácil para a riqueza, e essa ganancia não os deixa fazer as perguntas difíceis. Afinal, não querem – verdadeiramente – saber a verdade. O resultado geralmente é caro.

Relacionado: Como o Seu Assessor Financeiro Recebe 75% de Sua Renda de Aposentadoria (… ou mais!) Vídeo Aula Gratuita.

Vejo fraudes de investimento cruzar minha mesa com uma notável regularidade. Eles estão lá fora e, se você investe, deve aplicar o bom senso comercial e fazer uma diligência para se libertar dessas coisas.

Eu economizei centenas de milhares de reais para muitos clientes apenas ensinando-os a fazer as perguntas certas … e posso ajudar você também.

“Só queria agradecer seu conselho sobre o investimento (nome não divulgado por motivos legais). Recentemente, recebi US$ 220.000 que renderam mais de 20%. O dinheiro atrasou mais de um mês, mas chegou. Um advogado imobiliário julgou ser o pior contrato que já vira; desde a primeira frase ele sabia ser falso. Trabalhar com você realmente ajudou. Eu tive uma educação e aprendi a fazer minha diligência e deixar os números serem a base para minha decisão”.
-Nome retido por motivos legais

(Esse golpe foi descoberto mais tarde pela Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos – os investidores que não saíram logo perderam tudo.)

Lembre-se sempre de que seu investimento representa uma reivindicação sobre os ativos ou poder aquisitivo sobre o negócio. Quer se trate de dívida, patrimônio líquido ou imobiliário, você deve, em última instância, ser capaz de dar sentido comercial ao retorno que está sendo prometido.

Se não fizer sentido para os negócios, provavelmente não é real.

Lembre-se, se parece bom demais para ser verdade, provavelmente é. Isso é apenas um conselho de investimento de bom senso para um mundo de negócios competitivo.

#5 Como Esse Investimento Afeta o Perfil de Risco e a Expectativa Matemática de Meu Portfólio?

Para os treinados em estatística ou finanças, estamos falando aqui de fronteiras eficientes e teoria moderna de portfólio. Para o resto de nós, tentarei traduzir para o português simples.

Você nunca deve adicionar um investimento ao seu portfólio, a menos que isso reduza o risco do portfólio ou aumente o retorno. De preferência, você deve obter os dois.

Como você faz isso?

Digamos que você tenha uma estratégia de investimento em ações que retorna 8% compostos ao longo de vários ciclos no mercado, mas perde dinheiro durante os mercados em baixa. Se você adicionar um ativo inversamente correlacionado (algo que ‘zigue‘ quando o outro ativo ‘zague‘) com uma expectativa de retorno de 12%, você diminuirá o risco de todo o portfólio enquanto aumenta o retorno.

Exemplos de ativos com correlação baixa ou negativa com ações domésticas incluem commodities, ações de ouro, imóveis e certas classes alternativas de investimento, como fundos hedge.

Todos os investimentos devem primeiro ser analisados ​​por seu perfil de risco (sob quais condições eles ‘zague‘), e sua expectativa matemática (quanto eles devem retornar ao longo do tempo).

Apenas adicione um investimento ao seu portfólio se ele reduzir o risco do portfólio geral e / ou aumentar o retorno.

Em Suma…

Em resumo, o jogo dos investimentos é sobre ganhos ou perdas no campo de batalha da diligência.

Você deve fazer perguntas até obter as respostas que precisa para uma decisão inteligente.

A seguir, uma rápida revisão das cinco perguntas obrigatórias de diligência:

  1. Como posso perder dinheiro com esse investimento?
  2. Como esse investimento me ajudará a atingir meus objetivos pessoais e de portfólio?
  3. Qual é a minha estratégia de saída?
  4. Este investimento passa no teste de bom senso de negócios?
  5. Como esse investimento afeta o perfil de risco e a expectativa matemática de meu portfólio?

Minha intenção é que essa lista sirva como um ponto de partida básico para seu próprio processo de diligência.

Não pretendo que esta lista seja exaustiva porque um livro inteiro poderia ser escrito sobre o assunto. Outras questões a serem consideradas incluem:

“A chave para a sabedoria é saber todas as perguntas certas.”
– John A. Simone, Sr.

  1. Quão realista é o retorno esperado?
  2. Quais são as premissas e motivadores por trás do retorno esperado?
  3. Quão dependente é o retorno histórico do período analisado?
  4. Quais são as consequências fiscais desse investimento?
  5. Qual é a experiência e a história de cada diretor envolvido?
  6. E muitos, muitos mais.

Meu objetivo com este artigo era armá-lo com algumas das questões mais importantes que podem ajudá-lo a evitar os erros mais óbvios e caros no caminho para se aposentar cedo e rico.

Espero que ajude você.

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